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Alta Performance Desportiva – Aplicação em Organizações Brilhantes

  • 3 Maio 2018
Antonio Fidalgo

Antonio Fidalgo

‘Somos o que pensamos. Tudo o que somos surge com os nossos pensamentos. Com os nossos pensamentos fazemos o nosso mundo’.

No desporto como na vida, acredito, que uma das fórmulas mais eficaz para quem quer alcançar o sucesso (seja lá o que for que isso signifique para a pessoa), passa pela melhoria contínua e constante, das próprias capacidades, das competências, das aptidões… do seu ‘mundo’.

Os japoneses, têm um termo, pouco traduzível por palavras para outra língua (kaizen), muito utilizado nas mais variadas áreas, desde as relações pessoais, ao meio empresarial, que, quando aplicado no desporto e nas instituições em geral, faz todo o sentido, face aos resultados que se quer alcançar! Kaizen, significa literalmente – melhoria contínua – e tem a sua base de sustentação no principio da melhoria gradual, das melhorias simples.

Este é um conceito aplicado pelo Dr. W. Edward Deming, técnico americano de controlo de qualidade, na revolução industrial japonesa do pós guerra e que, de facto, operou uma mudança de tal forma significativa no ‘modus operandi’ instalado, que permitiu ao Japão, de uma forma consistente tornar-se em poucos anos uma das maiores potências económicas do mundo.

Esta nova filosofia, de alguém ligado ao controle de qualidade, pode leva-lo a pensar que se trata do controlo de qualidade físico, o que na verdade não corresponde à realidade do processo. A informação passada por Deming aos japoneses consistia no seguinte: um empenho constante e incessante para aumentar, de forma sistemática, a qualidade dos produtos, todos os dias e em todas as variáveis do mesmo, alavancará a curto, médio e longo prazo, um total domínio do mercado. E mais: esse aumento de qualidade, não passa apenas por cumprir um determinado padrão, sim por um processo dinâmico de melhoria constante.

Aplicado na área desportiva, este conceito permitiu a um dos técnicos de basquetebol mais bem sucedido dos EUA, Pat Riley, (anos 80) revitalizar a equipa dos Los Angeles Lakers, recuperando em 1987 o título de campeão.

Pat Riley utilizou nessa época, e nas posteriores, uma estratégia completamente nova nos anais do basquetebol americano, que passava por ‘convencer/influenciar’ os jogadores a aumentarem em um por cento a sua qualidade de jogo em relação ao melhor que, individualmente já tinham conseguido.

Parecendo uma melhoria ridiculamente pequena, a verdade é que, aplicada a cada um dos doze jogadores da equipa, nomeadamente no seu desempenho em campo nas diversas componentes do jogo, o esforço combinado se traduziu num aumento de 60 por cento na eficácia coletiva!

O verdadeiro segredo (valor) desta estratégia, reside na capacidade de influência do Líder, para que todos os jogadores (trabalhadores) acreditem, de forma congruente, que é possível e mais do que isso, possam ter a certeza que conseguem melhorar em um por cento as suas performances.

‘A única verdadeira segurança da vida, provém de sabermos que todos os dias melhoramos de alguma forma.’

Ao aplicar, eu próprio, esta filosofia, empenhando-me em melhorar de forma constante e incessante os meus padrões de qualidade de vida, noto claramente que os resultados, são fantásticos.

Assim, tendo como objetivo partilhar de forma simples este conceito, para que todos os que queiram possam usufruir do mesmo, criei uma mnemónica MCI, que traduz na realidade, o conceito exposto. MCI, constitui nada mais nada menos, de que uma “âncora” que cada um pode utilizar à sua maneira, tendo em conta o objetivo do processo – Melhoria Constante e Incessante.

MCI é um princípio que pode utilizar em todos os aspetos da sua vida, acreditando eu que o nível de sucesso que experimentará, será diretamente proporcional ao empenho e ao compromisso com o mesmo. É um processo de melhoria gradual, por mínima que seja, cujos resultados aparecerão mais tarde… ou mais cedo!

MCI é um processo que exige ação e dedicação. Não significa ausência de dificuldades, significa sim, a estreita observância e compreensão do nível em que nos encontramos e a crença de que podemos aceder a um nível ainda mais elevado.

‘Não me preocupo em manter a qualidade da minha vida, porque todos os dias trabalho para a melhorar.’

Na vida pessoal, nos relacionamentos, nos negócios, no desporto, na saúde, nas finanças… como posso promover uma melhoria constante e incessante em cada uma das áreas da minha vida?

Desenha e constrói o teu ‘MCI’, promovendo as acções necessárias ao seu desenvolvimento.

Qual o melhor momento para começar?
AGORA!

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Algures no início desse ano, os cinco elementos iniciais decidiram que estava na altura de criar um novo conceito de formação e, aproveitando algumas alterações legislativas que estavam a surgir na área dos transportes, nasceram a Sentidos Dinâmicos e a PsicOeste! 

Como não conseguimos estar quietos, em 2010 promovemos uma pequena reunião com os nossos parceiros com o objetivo de partilhar as nossas ideias e soluções para o que estava a surgir. De uma reunião prevista para cerca de 20 pessoas passamos para 75 e ao longo dos anos evoluiu, tornando-se num encontro de pessoas e para pessoas que neste momento reúne mais de 250 participantes, vindos de todo o país para poder receber e partilhar as suas experiências e o seu conhecimento na gestão do capital humano. 

Com a evolução, foi necessário criar um espaço para poder receber os nossos clientes com maior conforto e comodidade, por isso, em dezembro de 2010 criámos um segundo espaço (na mesma rua) onde instalámos a nossa primeira sala de formação. 

Essa evolução passou pelo alargamento das áreas de intervenção, em especial na gestão do capital humano e este passou a ser o pilar fundamental da intervenção do Grupo SD. Para isso, foram criadas mais duas marcas, a Yes D People e a SD Envolve, dedicadas ao desenvolvimento pessoal, ações de team building e valorização do espírito de grupo.

E porque a responsabilidade social é uma missão importante das organizações, todos os anos organizamos o “Jantar de Natal SD” onde juntamos toda a família SD com o objetivo de ajudar uma causa.

Aos cinco fundadores foram-se juntando vários elementos que se integraram na família SD de tal forma que a garagem se tornou pequena para a dimensão da nossa ambição. Foi então que foi tomada a decisão mais difícil, abandonar a Garagem! Iniciava-se o ano de 2015 quando se fez a transição para as antigas instalações da Rádio Caldas (ao lado do espaço SD já existente) e onde foi instalada a Garagem 2.0. A mesma paixão, o mesmo espírito, mas com melhores condições para todos. 

Nesse espaço foi criada mais uma sala de formação e um espaço dedicado à avaliação psicológica e recrutamento com todo o conforto e comodidade. É daí que continuamos a sair das Caldas da Rainha para o país! 

Em dezembro de 2014, e no seguimento do nosso evento anual, foi criada uma revista com a marca Pensar Fora da Caixa, que junta um conjunto de especialistas nacionais na área do desenvolvimento pessoal e das organizações, onde vão partilhando a sua experiência com os nossos clientes.

No final de 2019, decidimos fazer uma reestruturação, concentrando todos os serviços em três marcas. Assim, a Sentidos Dinâmicos juntou-se à PsicOeste e a Yes D People uniu-se à SD Envolve, mantendo a Pensar Fora da Caixa. 

Apesar de toda a evolução, a Garagem não ficou abandonada, porque não nos esquecemos das nossas origens. É lá que realizamos os nossos almoços de equipa e onde nos juntamos no dia 14 de maio à noite para festejar o aniversário da cidade com o célebre “Churrasco SD”. 

Em 2022 alargamos as nossas instalações atuais, criando o “Espaço Diamante” com 3 novos gabinetes e 1 sala de reuniões para poder disponibilizar um leque maior de serviços à comunidade.

Estando nós instalados no edifício de uma antiga rádio, o bichinho apoderou-se de nós, e no dia 13 de fevereiro de 2023 a Pensar Fora da Caixa passou do papel para o som, com o lançamento de uma Rádio Online e alguns Podcasts, com o princípio fundamental de serem 100% positivos!

O objetivo pretendido há 15 anos atrás tem vindo a ser mais do que cumprido, porque aquilo que era um pequeno propósito de ajudar alguns, foi alargado todos os dias a cada vez mais pessoas e com soluções que nunca nos passaram pela cabeça encontrar. Ao longo destes anos a nossa missão de “Criar Soluções Dinâmicas para Desenvolver Pessoas e Empresas Extraordinárias!” tem sido cumprida com enorme sucesso.

No entanto, só nos tornámos tudo isto porque são as pessoas (colaboradores, formadores, parceiros, clientes, amigos) que com a sua dedicação, empenho, profissionalismo e, acima de tudo, paixão, tornam possível hoje estarmos aqui.

Benefícios Legais

O empregador deve OBRIGATORIAMENTE assegurar, em cada ano, formação contínua a pelo menos 10 % dos trabalhadores da empresa.

Formação obrigatória em segurança e saúde no trabalho de acordo com a Lei nº 102/2009, de 10 de setembro, os trabalhadores devem receber formação adequada em matéria de segurança e saúde no trabalho, tendo em atenção o posto de trabalho e de forma a prevenir os riscos profissionais.

É transversal para todas as empresas, a obrigatoriedade de assegurar a formação contínua dos seus colaboradores, de acordo com o Código do Trabalho. Para isso, é necessário cumprir um mínimo de 40 horas de formação anual por colaborador.

As horas de formação obrigatórias, que não sejam asseguradas pelo empregador até ao termo dos dois anos posteriores ao seu vencimento, transformam-se em crédito de horas em igual número para formação por iniciativa do trabalhador, que lhe confere direito a retribuição e conta como tempo de serviço efetivo. O trabalhador pode utilizar o crédito de horas para a frequência de ações de formação, mediante comunicação ao empregador com a antecedência mínima de 10 dias.

Os créditos de formação são importantes para as empresas, pois são utilizados para cumprir as obrigações legais de formação contínua e para comprovar a formação realizada pelos colaboradores em caso de inspeção. Além disso, os créditos de formação também são utilizados como critério de seleção em alguns concursos públicos ou processos de recrutamento.

É importante destacar que as empresas devem manter um registo atualizado das horas de formação realizadas pelos seus colaboradores, a fim de garantir o cumprimento das obrigações legais de formação contínua e o controlo dos créditos de formação.
No caso de terminar contrato com um trabalhador a quem não atribuiu o mínimo anual de horas de formação ou que tenha um crédito de horas para formação, tem de pagar uma retribuição correspondente ao período em falta ou ao crédito de horas acumulado até à data de cessação do contrato. Há várias interpretações quanto a estes cálculos, e divergências entre os 3 ou 5 ultimos anos, no entanto, a ACT utiliza no seu simulador os últimos 5 anos.

Alertamos de que, segundo o Código do Trabalho (Artigo 131ª), constitui uma contra ordenação grave para as empresas que não cumpram o previsto na lei. O incumprimento resulta em coimas aplicadas pela Autoridade para as Condições do Trabalho. Os limites mínimos e máximos das coimas são aferidos pelo volume de negócios da empresa, e calculados através dos valores indicados no artigo 554º do CT com base na multiplicação de UC – Unidade de Conta Processual (limite mínimo de 600 euros e máximo de 10.000 euros).